SEMINÁRIO DE LUTA CONTRA O RACISMO ESTE ANO TERA COMO TEMA O" RACISMO E AS RELAÇÕES DE TRABALHO"

sexta-feira, 17 de junho de 2011

17/06/2011Oito estados ficam abaixo do piso para professor sugerido pelo MEC G1 levou em conta cálculo do MEC e conceito de piso fixado pelo STF. Maioria afirma que espera acórdão do Supremo para cumprir piso.


17/06/2011 09h29 - Atualizado em 17/06/2011 17h33

Oito estados ficam abaixo do piso para professor sugerido pelo MEC

G1 levou em conta cálculo do MEC e conceito de piso fixado pelo STF.
Maioria afirma que espera acórdão do Supremo para cumprir piso.

Maria Angélica OliveiraDo G1, em São Paulo*
Marcelo Santana, professor da rede estadual do Rio de Janeiro (Foto: Patrícia Kappen/G1)O professor Marcelo Santana enfrenta tripla jornada
em escolas municipal, estadual e particular no Rio
de Janeiro para completar renda (Foto: Patrícia
Kappen/G1)
Professores da rede pública estadual estão com braços cruzados em seis estados, em protesto por melhores condições de trabalho. Em três deles - Amapá, Rio Grande do Norte e Santa Catarina -, o salário está abaixo do piso nacional estabelecido pelo Ministério da Educação. Levantamento feito pelo G1 com governos e sindicatos mostra que outros 5 estados - Bahia, Ceará, Goiás, Pará e Rio Grande do Sul - também não atingem o valor.
A lei do piso foi promulgada pelo governo federal em julho de 2008. O valor atual é de R$ 1.187 (válido desde janeiro) para professores com formação de nível médio que trabalham até 40 horas por semana.
A obrigatoriedade do piso foi aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que entendeu que o valor se refere a uma remuneração básica, ou seja, não leva em conta acréscimos pagos de formas diversas pelos estados, como gratificações e abonos.
A decisão foi tomada em abril, mas até agora não foi publicada no Diário Oficial. Segundo o STF, não há data prevista para que isso ocorra.
Como nem todos os estados utilizam a mesma carga horária semanal, a reportagem fez cálculos proporcionais para comparar o valor pago por todos os estados e chegar àqueles que estão abaixo do piso recomendado pelo ministério.
Veja na tabela abaixo os salários-base e as remunerações totais de professores com nível médio em início de carreira:
EstadoSalário-base de nível médioRemuneração total (com gratificações)Jornada semanal
AC*R$ 890,25
 
R$ 890,25
 
30 horas
AL*R$ 1.187R$ 1.187
 
40 horas
AMR$ 679,09
 
R$ 952,51
 
20 horas
APR$1.053,83
 
R$ 2.254,96
 
40 horas
BAR$ 1.105,56R$ 1.450,27
 
40 horas
 
CER$ 739,84
 
R$ 813,79
 
40 horas
DFR$ 1.701,16R$ 3.121,96
 
40 horas
 
ESnão foi informadonão foi informado 
GOR$ 1.006,00
 
R$ 1.006,00
 
40 horas
MA*não informou
 
R$ 854,98
 
20 horas
MG*R$ 1.122,00
 
R$ 1.122,00
 
24 horas
MT*R$ 1.248,68
 
R$ 1.248,68
 
30 horas
MSR$ 1.325,92
 
R$ 1.856,29
 
40 horas
PAR$ 1.093,20
 
R$ 1.859,12
 
40 horas
PBR$ 926,17R$ 1.156,1730 horas
PE*R$ 1.187,97R$ 1.187,97200 horas mensais*
PIR$ 1.187,08
 
R$ 1.417,08
 
40 horas
PR*R$ 853,46R$ 1.392,90
 
20 horas
RJ*R$ 1.220,76
 
não foi informado
 
40 horas
RN*R$ 664,33
 
R$ 76830 horas
ROnão foi informadonão foi informado 
RRR$ 1.399,64
 
R$ 2.099,47
 
25 horas
RSR$ 868,90
 
Há gratificações, mas valor final não foi informado
 
40 horas
SCR$ 609,46
 
 R$ 1.185,2440 horas
SER$ 1.187
 
R$ 1.662,0540 horas
SPnão foi informadonão foi informadonão informado
TOR$ 1.239,31
 
R$ 1.239,31 (não há gratificações)

 
40 horas
*AC: governo diz que não há gratificações
*AL: governo diz que não há gratificações
*ES: governo diz que não há professores em início de carreira com nível médio
*MA: governo não informou o salário-base
*MG: governo incorporou gratificações e implantou subsídio; o sindicato discorda do valor (veja abaixo)
*MT: governo informou que valor é subsídio e que não há gratificações sobre o salário
*PE: governo não informou se valor se refere a salário-base ou remuneração
*PR: sindicato informou que valor-base é de R$ 577,64; governo diz que não realiza mais concursos para professor com nível médio (veja abaixo)
*RJ: o cargo está extinto no RJ, mas ainda há professores de nível médio na rede
*RN: valor de remuneração total foi informado pelo sindicato; governo afirma que cumprirá o piso nacional imediatamente, aumentando os valores para R$ 890 neste mês
O G1 partiu do valor de piso calculado pelo MEC e seguiu o conceito fixado pelo Supremo em julgamento para analisar os salários pagos.
O levantamento mostra ainda que dois estados que não pagam o valor mínimo definido em lei para professores de nível médio – Santa Catarina e Pará – nem sequer pagam esse valor para profissionais de nível superior.
Veja abaixo o que dizem os estados:
Amapá
No Amapá, o professor de nível médio tem salário-base de R$ 1.053,83 por uma jornada de 40 horas semanais, segundo dados fornecidos pelo governo. Os profissionais estão em greve há 28 dias pela aplicação do piso nacional. O G1 procurou o Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap), mas não localizou nenhum dirigente para dar detalhes da paralisação e das negociações.
O governo afirmou que "tem interesse de acabar com a greve, afinal os alunos não podem ser prejudicados, porém assumimos o estado cheio de dívidas e o Governo do Estado não pode se comprometer com algo que no momento não pode cumprir. Um dos pontos fortes dessa gestão é a valorização do servidor e isso passa pelo pagamento do piso também.”
Bahia
Na Bahia, o professor de nível médio tem salário-base de R$ 1.105,56 para uma jornada de 40 horas semanais. Procurada pelo G1, a Secretaria de Administração disse que menos de 10% do quadro de professores estão nessa faixa. O governo informou que aguarda a publicação do acórdão do STF para aplicar o piso de R$ 1.187,08.
Ceará
No Ceará, um professor de nível médio tem salário-base de R$ 739,84 por uma jornada de 40 horas semanais, segundo informações da Secretaria de Planejamento. De acordo com a coordenadora de gestão de pessoas da Secretaria de Educação, Marta Emília Silva Vieira, a lei atualmente diz que o piso é formado por vencimento e gratificações e que os professores dessa classe recebem R$ 1.025 no total.
Em nota, o governo informou que seguirá a decisão do STF assim que o acórdão for publicado e reajustará o piso para R$ 1.187. “Neste momento, encontram-se em estudo as propostas para um novo plano de cargos e carreiras, fundamentado na lei do piso nacional do magistério”, informou o texto.
Segundo o governo, desde 1998 os concursos são realizados apenas para professores com nível superior e não há mais professores de nível médio em sala de aula. Os docentes de nível médio são cerca de 150 e estão em processo de aposentadoria, afirma a secretaria de Educação. Haveria um “pequeno número” destes professores em funções de apoio, ou seja, fora de sala de aula, segundo a secretaria.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, é abordado por professores da rede estadual em greve em Criciúma (SC) (Foto: Ulisses Job/Futura Press)O ministro da Educação, Fernando Haddad, é
abordado por professores da rede estadual em
greve em Criciúma (SC)
(Foto: Ulisses Job/Futura Press)
No total, a rede estadual tem 16 mil professores com nível superior em sala de aula, sendo 70% com especialização. “A remuneração média dos professores da rede, considerando uma carga de 40 horas semanais, é de R$ 2.240,30”, afirmou a secretaria de Educação.
Goiás
Em Goiás, os professores com formação de nível médio recebem um salário-base de R$ 1.006 por uma jornada de 40 horas semanais. Existem 1.109 professores nesta situação, de acordo com o governo.
A Secretaria de Educação afirma que a intenção é contemplar o piso nacional “e até mesmo ultrapassá-lo”, mas alega que, se a medida fosse tomada hoje, seria preciso gastar todo o orçamento da educação apenas com pagamento dos professores e faltaria dinheiro para pagar despesas de escolas e dos alunos.
O governo destacou que a maior parte dos professores recebe acima do piso: 12,6 mil docentes têm salários-base de R$ 1.525,18 e 14,9 mil recebem R$ 1.719,64 como salário-base. Além disso, há gratificações por tempo de serviço e qualificação.
A secretaria afirma que tem articulado junto ao governo federal a liberação de recursos para complementar os salários dos professores.
Pará
No Pará, professores de nível médio e de nível superior têm salário-base de R$ 1.093,20 e R$ 1.096,44 por uma jornada de 40 horas, respectivamente. Considerando abonos e gratificações, o professor de nível médio recebe R$ 1.859,12 no total, e o de nível superior, R$ 2.971,21.
No estado, 5.834 professores têm formação de nível médio e 17.658 possuem nível superior.
O governo argumenta que o piso não está sendo aplicado porque até antes da decisão do STF “havia uma liminar que garantia o entendimento de que o piso do professor corresponderia ao valor da remuneração (total de vantagens e gratificações) e não ao vencimento-base”.
Segundo a Secretaria de Educação do estado, até então isso significava “que o Pará vinha praticando valores acima do piso nacional do professor.” O governo afirma que vai aplicar o piso assim que o STF publicar o acórdão com a decisão.
Rio Grande do Norte
No Rio Grande do Norte, a tabela atual dos salários de professores de nível médio fixa R$ 664,33 de salário-base por uma jornada de 30 horas semanais. Para estar enquadrado dentro do piso nacional de 40 horas, o salário-base do professor de nível médio deveria de R$ 890 para a jornada de 30 horas. O governo afirma que cumprirá o piso imediatamente e diz que aplicará o valor neste mês.
Diante da greve da categoria, iniciada no dia 2 de maio - o governo propôs equiparar o salário de nível médio ao piso nacional a partir de junho e dar aumento para os outros níveis a partir de setembro, mas de forma dividida até dezembro. A cada mês haveria aumento de 7,6% até chegar a 34%.
De acordo com José Teixeira da Silva, um dos coordenadores gerais do sindicato, os professores não aceitam a proposta do governo e defendem que a secretaria pague o aumento de forma única aos profissionais de todos os níveis pelo menos a partir de julho.
Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, um dos estados que questionaram no STF a aplicação da lei do piso, os professores de nível médio recebem R$ 868,90 de salário-base para uma jornada de 40 horas semanais.
“A primeira medida do governador Tarso Genro foi pedir a retirada da assinatura do governo do Rio Grande do Sul da Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade). Isso não tinha efeito jurídico, mas teve efeito político, ficando claro para a sociedade gaúcha que o governo pagaria o piso”, diz a secretária-adjunta de Educação Maria Eulália Nascimento. O governador foi ministro da Educação e assumiu a administração do estado no início do ano.
Segundo a secretária-adjunta, o governo precisaria de R$ 2 bilhões para pagar o piso a todos os professores. Ela diz que um reajuste de 10,91% foi dado em maio e que será feita uma programação para complementar o restante, de 50%. “A constituição do Rio Grande do Sul determina que o mínimo a ser aplicado na Educação é de 35% da receita líquida. Recebemos um orçamento de 26% [para a educação]”, justifica.
De acordo com ela, cerca de 7 mil professores têm formação de nível médio na rede estadual. Mas a maior parte – 75% - possuem ao menos o nível superior.
Santa Catarina
Em Santa Catarina, o salário-base é de R$ 609,46 para um professor de nível médio e de R$ 993,12 para professores de nível superior, segundo dados informados pela Secretaria de Educação. Nos dois casos, a jornada é de 40 horas semanais.
Os professores entraram em greve no dia 18 de maio. Eles pedem a aplicação do piso, a realização de concurso público e a regularização da situação dos ACTs, que são professores admitidos em caráter temporário. Também pedem investimentos em infraestrutura nas escolas.
O governo calcula que 65% das escolas tenham aderido à greve e que 70% dos alunos tenham sido atingidos. Ainda segundo o governo, as aulas serão repostas. Já o sindicato que representa os professores, afirma que 92% das escolas estão paralisadas.
Em entrevista ao G1, o secretário-adjunto da Secretaria de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps, disse que a defasagem no piso foi corrigida com uma medida provisória enviada à Assembleia Legislativa no dia 23 de maio.
Segundo ele, os professores com formação de nível médio vão passar a receber salário-base de R$ 1.187. Os salários dos docentes com nível superior também foram corrigidos, afirma Deschamps.
“Como o acórdão [do STF] ainda não foi publicado, enviamos uma medida provisória para alterar a tabela do magistério. Os governos anteriores trabalharam com adicionais e não incorporaram o salário. Agora estamos corrigindo isso”, justificou.
O secretário afirmou que haverá uma folha de pagamento suplementar referente às diferenças do reajuste e que o próximo salário referente ao mês de junho já terá o novo valor.
Pela nova tabela, segundo o secretário, um docente com formação superior receberá entre R$ 1.380 até R$ 2.317 dependendo da titulação, sem contar abonos e adicionais de regência.
Deschamps também disse que um plano de reforma estrutural e pedagógica nas escolas será apresentado nos próximos meses e que um concurso público será feito em até um ano. “A expectativa é de que os professores retomem as atividades ainda nesta semana.”
O sindicato dos trabalhadores, no entanto, diz que ainda pretende discutir a tabela de salários.
Governo federal tem fundo para complementar piso
O MEC reserva aproximadamente R$ 1 bilhão do orçamento para ajudar governos e prefeituras a pagar o piso salarial aos professores. O governo que pedir ajuda precisa, entre outras coisas, comprovar que aplica 25% da receita na manutenção e desenvolvimento do ensino, ter plano de carreira para o magistério e demonstrar o impacto da lei do piso nos cofres públicos.
"Me parece que os estados que se valeram do período de vigência da liminar que o Supremo deu não estão tendo problema. Agora, os estados que adiaram isso estão com problemas. O governo tem previsão para ajudar. A lei fixa os parâmetros do acordo federal", disse o ministro da Educação, Fernando Haddad.
Governos não responderam
O governo de São Paulo informou alguns dados de remunerações, mas não especificou a quais níveis de formação se referem. Por isso, não foi possível saber se o estado cumpre ou não o piso na forma determinada pelo STF. O governo da Paraíba não respondeu às perguntas enviadas.
Minas Gerais
O subsídio é uma forma de pagamento que incorpora todas as gratificações, vantagens, abonos e adicionais recebidos pelos servidores numa parcela única. Em janeiro, todos os profissionais foram levados para o subsídio, segundo o governo de Minas Gerais. Quem quiser voltar ao sistema anterior tem até agosto para solicitar a transferência. O governo não soube informar quantos servidores já pediram para deixar o sistema de subsídio.
No sistema anterior, a remuneração é composta de: salário-base (ou piso) e gratificações, abonos, adicionais etc. O salário-base de um professor com formação de nível médio em início de carreira é salário-base R$ 369,89 para uma jornada de 24 horas semanais. Com adicionais, o valor chega a R$ 935, segundo o sindicato. Se esse professor quiser permanecer no subsídio, ganhará R$ 1.122, sem outros adicionais.
Os professores estão em greve no estado e que haja aumento do piso para R$ 1.597,87 e que esse reajuste seja concedido em cima do salário-base de R$ 369,89.
O governo diz que, desde 2007, quando foi realizado o último concurso público para as carreiras da educação, o nível mínimo exigido para ingresso no magistério em Minas Gerais é a licenciatura plena. Ou seja, não há mais ingresso na carreira de professores com formação equivalente ao ensino médio.
Paraná
No Paraná, sindicato e governo discordam quanto ao piso para professores com magistério. O governo afirma que não há mais professores ingressando na rede estadual com formação de ensino médio e diz que há "alguns" docentes que ainda permanecem com essa titulação. Segundo a Secretaria de Educação, estes professores recebem, por 20 horas semanais, R$ 853,46 de salário-base.
O sindicato afirma que, embora não haja mais concursos para professores com ensino médio, o salário-base previsto, para a mesma carga horária, é de R$ 577,65.
A presidente do APP- Sindicato, Marlei Fernandes, confirmou que não há docentes recebendo esta quantia no Paraná, mas relatou que a Secretaria de Educação informou a remuneração de profissionais com Ensino Médio que estão no último nível da carreira. “Na verdade estes são os mais antigos e estão no nível 11. O estado não pode colocar como referência, o último nível”, afirmou Marlei Fernandes.
*Colaboraram: Alex Araújo (MG), Bibiana Dionísio (PR), Fernanda Nogueira (SP), Glauco Araújo (SP), Ingrid Machado (BA), Iara Vilela (MT), Iara Lemos (DF), Leonardo Heffer (CE), Letícia Macedo (SP), Marcelo Parreira (DF), Patrícia Kappen (RJ), Rosanne D' Agostino (SP), Tatiane Queiroz (MS) e Vanessa Fajardo (SP).

AGENDA DA GREVE 20 - 22 JUNHO

 AGENDA DA GREVE        A união arranca o PISO !

Não recuemos da luta, pois a união faz a força. O governo quer nos desestabilizar com ameaças; mas nós sabemos o que queremos. Portanto, vislumbremos um horizonte feliz para toda a categoria. Só a luta muda a vida!    twitter: @sintesaojose 
                                                                                                         
20/06 Segunda-feira:
       1.PANFLETAGEM: 7:00 às 9:00
Grupos do Comando de Greve e Escolas da Regional de São José estarão em 04 locais de Florianópolis fazendo panfletagem: Fones de contato dos grupos: 99493329 - 91216025
  • TICEN;
  • Angeloni da Av. Rio Branco - Fpolis
  • Ponto Chic
  • Terminal Velho
    2. VISITA ÀS ESCOLAS : Comando de Greve *Precisamos de mais voluntários Fones contato: 99493329 - 91216025
  • 8:00 Vicente Silveira (Palhoça)
  • 9:00 Escolas de Águas Mornas
  • 10:00 Pedro Ivo (Palhoça)
  • 14:00 Maria da Veiga (Enseada de Brito)

3. CAMINHADA DAS LUZES:Promovida pelo Sinte Regional Fpolis 
CAMINHADA DAS LUZES: Concentração e saída às 18h do Colégio Padre Anchieta em direção à Casa do Governador na Agronômica – Fpolis /outras informações acesse: educacaoemgreve.wordpress.com ou        99022403
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21/06 Terça-feira:
09 horas:
AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
*Temos que lotar o plenário da ALESC
Importante:: Estamos tentando organizar a venda de almoço (risoto) a R$ 2,00 para facilitar a participação de quem for à Audiência, visto que a audiência pode demorar e os lanches estão muito caros. O dinheiro reverterá para o fundo do comando de greve custear despesas com a greve. Se quiser confirmação ligue: 99493329Fátima
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22/06:Quarta-feira

14 horas: REUNIÃO AMPLIADA do Comando de Greve S.José e representantes de escola.
Cada escola deverá mandar um representante para que tenhamos o mapa de adesão e para
 a deliberação de encaminhamentos importantes que vão assegurar o êxito de nossa GREVE HISTÓRICA.
*** LOCAL: Fundação Municipal de Esportes – Beira-mar de São José /ao lado da sede da Guarda Municipal, no fundo do DIMAS Automóveis. Há um ponto de ônibus quase em frente. Contatos: 99493329 91216025
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ministro da Educação enfrenta protesto de professores em Criciúma

Ministro da Educação enfrenta protesto de professores em Criciúma
Ministro da Educação enfrenta protesto de professores em Criciúma
assessoria imprensa Unesc
Por Karina Koppe
Na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) o Ministro da Educação, Fernando Haddad, foi recebido por professores estaduais que aproveitaram a oportunidade para protestar por reajuste no salário da categoria. Na chegada ao auditório houve principio de tumulto e os ânimos só se acalmaram quando foi liberada a entrada dos professores. O local ficou lotado. Em seu discurso o ministro falou que defende o piso para o magistério.

“É uma luta justa, mas também um momento de transição, uma situação delicada porque os orçamentos públicos terão que ser repensados a uso dessa exigência profissional para colocar nosso magistério num patamar de dignidade, respeito e valorização.”, disse o ministro.

Durante a cerimônia, os representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) subiram até o palco para entregar em mãos uma carta com denúncias e reivindicações da categoria. “No ano passado chegou a Santa Catarina R$ 1, 5 bilhões de verbas do Fundeb e não se cabe pra onde foi esse dinheiro. Nesse ano já são mais de R$ 600 milhões em verbas do Fundeb que a gente também não sabe qual foi o fim. E reivindicamos, também, a implantação de 10% do PIB para a educação que é uma exigência diretamente para o governo federal.”, explica Cátia Santos, presidente do Sinte Criciúma.

Mesmo com protestos o Ministro da Educação, Fernando Haddad, recebeu o título de Dr. Honoris Causa, da Unesc.

http://www.tvbv.com.br/canais/noticias/ministro_da_educacao_enfrenta_protesto_de_professores_em_criciuma.html

NOVO PARTIDO DE COLOMBO JÁ COMEÇA BEM, NELE ATÉ DEFUNTO VOTA.

Política | 15/06/2011 | 22h59min

Cartório de SC encontra nomes de eleitores mortos em assinaturas para criação do PSD

Ações no MP vão pedir investigação sobre registros de apoio à nova sigla

O novo partido do prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, o PSD, será investigado pelo Ministério Público por irregularidades no recolhimento de assinaturas para criação do partido. Em Santa Catarina, um chefe de cartório encontrou nomes de quatro eleitores mortos nas assinaturas. Além disso, técnicos do cartório descobriram pessoas que assinaram duas vezes.

A Procuradoria Regional Eleitoral já está investigando. A pedido da juíza Maria Luíza Fabris, o Cartório da 49.ª Zona Eleitoral fez um pente-fino numa lista de 230 assinaturas de três cidades para a criação do PSD. Do total, 140 delas não tiveram a veracidade confirmada. A pior situação foi a da cidade de São Lourenço do Oeste, onde apenas 7 dos 130 eleitores foram certificados.

Segundo o relatório, as "flagrantes irregularidades" encontradas configuram, em tese, "crime de falsidade ideológica eleitoral". A Procuradoria Regional Eleitoral de Santa Catarina analisa abertura de inquérito. A Justiça Eleitoral também pediu à Polícia Federal que abrisse inquérito para apurar os indícios de fraude.

Em São Paulo, uma funcionária teria enviado um e-mail pedindo que amigos assinassem as listas de registro. Na mensagem, a assessora dizia que havia recebido uma "missão" de Kassab para que os "pobres mortais dependentes de cargos comissionados" coletassem assinaturas.

Para o secretário-geral do PTB nacional, deputado estadual Campos Machado (SP), o pedido mostra que há indícios de uso indevido de servidores e da máquina pública em favor de partido político, abuso de autoridade e abuso do poder econômico.

— Não quero ser leviano e já condenar, mas a investigação tem de ser feita. Ele é aliado de longa data do governador de São Paulo — Geraldo Alckmin (PSDB).

O presidente nacional do DEM, José Agripino (RN), também questionou a atuação de servidores.

— Na hora em há que uso da máquina pública, com instrumentos não permitidos pela lei, coloca-se em xeque o registro de todos os partidos — disse ele.

O DEM, partido de Kassab até março, fará duas representações. No Ministério Público Estadual, pelo suposto uso de funcionários da Prefeitura de São Paulo em causa eleitoral, e, no âmbito eleitoral, no Ministério Público Federal, cujo questionamento vai abarcar o recolhimento de assinaturas em todo o País, além de São Paulo e Santa Catarina. Assim que receber as representações, a Procuradoria pretende iniciar a apuração para saber se houve crime eleitoral.

O secretário-geral da comissão provisória do PSD, Saulo Queiroz, disse que as irregularidades provocam "constrangimento", mas acredita que são casos isolados.

— Ninguém recebeu instrução de cometer algo ilegal. Mas as pessoas ficam com a preocupação de ajudar e eventualmente não entendem que não podem fazer esse tipo de coisa — disse Queiroz.
DIÁRIO CATARINENSE

Materia que Esta na Pagina inicial SED.

ESTAS SÃO AS EXPLICAÇÕES QUE O GOVERNO DA PARA A CATEGORIA, UTILIZANDO DAS MESMAS MENTIRAS DE SEMPRE E APRESENTANDO AS PROPOSTAS DE SEMPRE.


O PISO É LEI E DEVE SER PAGO COMO ESTA PRESCRITA
PROFESSOR NÃO SEJA ENGANADO CONTINUE NA LUTA!



Governo do Estado reafirma que vai cumprir a lei e pagar o piso salarial nacional aos professores PDF Imprimir E-mail
Por Rafael Wiethorn / SECOM   
Ter, 14 de Junho de 2011 18:04
14062011bpPreocupado com a questão da greve dos professores, o governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira reuniram os deputados estaduais da base, o colegiado do Governo e os gerentes regionais de Educação, em três reuniões separadas durante esta terça-feira (14). Colombo e Pinho Moreira relataram aos participantes todo o contexto de negociações com o Sinte, que sempre estiveram dispostos a pagar o piso salarial e formatar uma nova carreira do magistério. "As reuniões foram importantes para transmitir nossas angústias, passar informações e reafirmar o nosso compromisso com a Educação", explica o governador Colombo. 14062011apRessaltando ao colegiado e aos deputados que todas as medidas possíveis já foram tomadas em benefício da categoria e que a categoria não cede, nem com a explicação e os números que mostram os limites financeiros do Estado, Colombo e Pinho Moreira reafirmaram que o Governo do Estado está cumprindo a lei de pagamento do piso salarial aos professores. Informaram, ainda, que será enviada à Assembleia Legislativa a última proposta apresentado ao Sinte, onde o menor valor a ser pago é de R$ 1.483,00, mais as vantagens adicionais, como o triênio. A proposta do Governo contempla 100% da categoria e os ganhos dos professores são de 7% a 44%.
Para que sejam atendidos os benefícios aos professores e se respeite a disponibilidade financeira do Estado, o Governo do Estado incorporou os prêmios Educar, Jubilar e de assiduidade. A regência de classe varia de 17% a 25%. A proposta tem o impacto de R$ 22 milhões na folha salarial, enquanto que atender a proposta integral do Sinte aumentaria as despesas em R$ 108 milhões por mês. "O Governo já atingiu o ponto máximo e o que nós podemos liberar de recursos é esse. Nós estamos abertos ao diálogo, mas queremos que os professores voltem às salas de aulas. Os alunos catarinenses precisam retomar os estudos", analisa o governador.
De acordo com Colombo, o Governo do Estado concorda com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) do pagamento do piso aos professores e o movimento de greve da categoria e por isso não fez o contraponto ao Sinte. Além de abrir o canal de comunicação, o Governo do Estado também quer formalizar um grupo de trabalho com o Sinte para reordenar a carreira dos professores. É pedido um prazo de 180 dias para a realização de estudos da tabela salarial, da progressão funcional, da lei dos professores ACTs e o projeto para estruturar as escolas. "Nós demos todas as condições de negociação com o Sinte e estamos cumprindo a lei de pagar o piso, mas o que eles querem o Governo não tem condições de pagar", reafirma Colombo.
Informações adicionais:
Rafael Wiethorn
Secretaria de Estado de Comunicação
E-mail: rafael@secom.sc.gov.br
Telefone: (48) 3221-3045