SEMINÁRIO DE LUTA CONTRA O RACISMO ESTE ANO TERA COMO TEMA O" RACISMO E AS RELAÇÕES DE TRABALHO"

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Professores de seis estados estão em greve no país

17/06/2011 09h20 - Atualizado em 17/06/2011 15h21

Professores de seis estados estão em greve no país

Docentes cruzaram os braços no AP, MT, MG, RN, RJ e SC.
MA e ES declararam 'estado de greve'; AM e GO não descartam paralisação.

Maria Angélica Oliveira, Rosanne D'Agostino e Vanessa Fajardo Do G1, em São Paulo
Professores de seis estados entraram em greve nos últimos dias pedindo melhorias nos salários. Os estados afetados pelas paralisações das redes estaduais são Amapá, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Docentes de Sergipe, que estavam em greve, encerraram o movimento nesta quinta-feira (16).
Segundo a lei do piso do magistério e entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), um professor com nível médio deve ter remuneração de R$ 1.187 para uma jornada semanal de até 40 horas. Os valores pagos aos demais níveis - professores com licenciatura plena, pós-graduação, mestrado e doutorado - dependem dos planos de carreira de cada governo. 
No Maranhão e no Espírito Santo, os sindicatos declararam "estado de greve". Os professores do Amazonas e de Goiás não descartam fazer paralisação.
Assembleia de professores do Mato Grosso (Foto: TV Globo/Reprodução)Assembleia de professores de Mato Grosso (Foto:
TV Globo/Reprodução)

Mato Grosso
Em Mato Grosso, os professores da rede estadual estão em greve desde o último dia 6. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), a principal reivindicação da categoria é a aplicação imediata do piso, que eles entendem ser no valor de R$ 1.312,00. O salário-base atualmente é de R$ 1.248,68 para professores de nível médio com jornada de 30 horas semanais.

De acordo com o Sintep, a rede estadual tem 36.548 profissionais em 715 escolas. O sindicato afirma ainda que a rede possui atualmente 176 professores com formação de nível médio.
Os professores também querem a contratação de concursados e alegam que mais de 50% dos docentes da rede têm contrato temporário.
Em nota, o governo afirmou que apresentou três propostas aos professores. “A última é pagar o percentual de 5,07% que está faltando para atingir o piso da categoria (professores, apoio e técnico) no mês de setembro e não mais em dezembro.” De acordo com o governo do Estado, um último balanço mostrou que 40% das escolas estão paralisadas.
Categoria se reuniu na manha desta quarta-feira (8) e fazem  assembleia à tarde. (Foto: Henrique Sousa/Divulgação Sind-UTE/MG)Professores em greve em Minas Gerais (Foto:
Henrique Sousa/Divulgação Sind-UTE/MG)

Minas Gerais
Em Minas Gerais, a greve abrange os trabalhadores da educação e começou no dia 8 de junho. Eles pedem o fim do sistema de subsídios implantado pelo governo em janeiro deste ano e a adoção de um piso salarial (salário-base) de R$ 1.597,87 para a categoria. Esse valor é calculado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE).

O sindicato calcula que 50% da categoria tenha aderido à greve e afirma que, até o momento, não houve acordo com o governo. Já a assessoria de imprensa do governo afirmou que os canais de negociação sempre estiveram abertos, mas que não houve procura do sindicato. O governo estima que cerca de 3% das escolas estejam totalmente paradas e que outras 16,33% tenham aderido parcialmente ao movimento grevista.
O subsídio é uma forma de pagamento que incorpora todas as gratificações, vantagens, abonos e adicionais recebidos pelos servidores numa parcela única. Em janeiro, todos os profissionais foram levados para o subsídio. Quem quiser voltar ao sistema anterior tem até agosto para solicitar a transferência. O governo não soube informar quantos servidores já pediram para deixar o sistema de subsídio.
No sistema anterior, a remuneração é composta de: salário-base (ou piso) e gratificações, abonos, adicionais etc. O salário-base de um professor com formação de nível médio em início de carreira é salário-base R$ 369,89 para uma jornada de 24 horas semanais. Com adicionais, o valor chega a R$ 935, segundo o sindicato. Se esse professor quiser permanecer no subsídio, ganhará R$ 1.122, sem outros adicionais.
O sindicato quer que o aumento do piso para R$ 1.597,87 seja concedido em cima do salário-base atual, de R$ 369,89. O argumento é que, fora desse sistema, ou seja, com o subsídio, não há mais reajustes progressivos como biênios e qüinqüênios e “perspectiva de futuro”. Assim, na visão do sindicato, profissionais qualificados e com diferentes tempos de carreira ganhariam o mesmo valor. O governo, no entanto, diz que há sistemas de progressão e promoção na carreira por tempo de serviço e escolaridade.

Já um professor em início de carreira com nível de licenciatura plena tem salário-base de R$ 550,54 para uma jornada de 24 horas, segundo o sindicato. Com adicionais e gratificações, o valor vai para R$ 935. No sistema de subsídio, esse mesmo professor recebia R$ 1.320, segundo o sindicato.

O governo acrescenta ainda que, desde 2007, quando foi realizado o último concurso público para as carreiras da educação, o nível mínimo exigido para ingresso no magistério em Minas Gerais é a licenciatura plena. Ou seja, não há mais ingresso na carreira de professores com formação equivalente ao ensino médio.


Rio Grande do Norte
A greve no Rio Grande do Norte começou no dia 2 de maio e tem adesão de 90%, segundo o sindicato. O governo calcula que a adesão das escolas esteja em torno de 47%.

Os profissionais querem o cumprimento do piso nacional e a revisão do plano de carreira. No estado, os professores com nível médio recebem R$ 664,33 por uma jornada de 30 horas semanais, segundo dados do governo.
Diante da greve da categoria , o governo propôs equiparar o salário do professor com nível médio ao piso nacional a partir de junho e dar aumento para os outros níveis a partir de setembro, mas de forma dividida até dezembro. A cada mês haveria aumento de 7,6% até chegar a 34%, segundo a secretária adjunta do estado, Adriana Diniz.
De acordo com José Teixeira da Silva, um dos coordenadores gerais do sindicato, os professores não aceitam essa proposta e defendem que a secretaria conceda aumento a todos os profissionais pelo menos a partir de julho.
Professores da rede estadual em greve se juntaram aos bombeiros na escadaria da Alerj nesta quinta (9) (Foto: Tássia Thum/G1)Professores da rede estadual em greve no Rio (Foto: Tássia Thum/G1)

Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, os professores e funcionários administrativos da rede estadual entraram em greve no dia 7 de junho com três reivindicações principais. A primeira é de aumento de 26%. Segundo Sérgio Paulo Aurnheimer Filho, um dos coordenadores do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ), o percentual corresponde ao crescimento de arrecadação do estado nos últimos três anos.

“A gente acha que é muito possível, do ponto de vista legal, esse aumento. O estado do Rio de Janeiro é o que menos gasta com funcionário. Não tem outro estado que a gente tenha conhecimento, pelos dados do Dieese, que tenha percentual menor de gasto com funcionalismo”, afirma.
As outras reivindicações são a incorporação de gratificações ainda este ano e a regulamentação do plano de carreira dos funcionários administrativos. O sindicato estima que 60% dos profissionais tenham aderido à greve. Segundo Aurnheimer, já houve uma audiência com a secretaria de Educação, mas não houve acordo. O próximo passo, afirma, será buscar o apoio dos deputados estaduais nas negociações.

Santa Catarina
Os professores da rede estadual entraram em greve no dia 18 de maio em Santa Catarina. Eles pedem a aplicação do piso, a realização de concurso público e a regularização da situação dos ACTs, que são professores admitidos em caráter temporário. Também pedem investimentos em infraestrutura nas escolas.

No estado, o salário-base é de R$ 609,46 para um professor de nível médio e de R$ 993,12 para professores de nível superior, segundo dados informados pela Secretaria de Educação. Nos dois casos, a jornada é de 40 horas semanais.
O governo calcula que 65% das escolas tenham aderido à greve e que 70% dos alunos tenham sido atingidos. Ainda segundo o governo, as aulas serão repostas. Já o sindicato que representa os professores afirma que 92% das escolas estão paralisadas.
O secretário-adjunto da Secretaria de Educação de Santa Catarina, Eduardo Deschamps, disse que a defasagem foi corrigida com uma medida provisória enviada à Assembleia Legislativa no dia 23 de maio.
Segundo ele, os professores com formação de nível médio vão passar a receber salário-base de R$ 1.187 e que os de nível superior receberão entre R$ 1.380 até R$ 2.317, dependendo da titulação, sem contar abonos e adicionais de regência.
O secretário diz que haverá uma folha de pagamento suplementar para cobrir as diferenças do reajuste e que o próximo salário referente ao mês de junho já terá o novo valor. A expectativa da secretaria é que os professores retomem as atividades ainda nesta semana. O sindicato, no entanto, afirma que ainda pretende discutir a tabela de salários.

Amapá
No Amapá, os profissionais estão em greve há 28 dias pela aplicação do piso nacional. Representantes do Sindicato dos Servidores Públicos em Educação no Amapá (Sinsepeap) foram recebidos pelo governador Camilo Capiberibe nesta quinta-feira. Os rumos do movimento devem ser decididos em assembleia na manhã desta sexta-feira (17).

O professor de nível médio tem salário-base de R$ 1.053,83 por uma jornada de 40 horas semanais, segundo dados fornecidos pelo governo.
Por e-mail, o governo afirmou que "tem interesse de acabar com a greve, afinal os alunos não podem ser prejudicados, porém assumimos o estado cheio de dívidas, e o Governo do Estado não pode se comprometer com algo que no momento não pode cumprir. Um dos pontos fortes dessa gestão é a valorização do servidor e isso passa pelo pagamento do piso também.”

'Estado de greve' e paralisações em outros estados
No Espírito Santo, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública afirma que a rede estadual está em “estado de greve” pela aplicação do piso nacional e de um plano de carreira. Para o sindicato, o estado não deveria ter incorporado gratificações para compor o salário-base e a remuneração por vencimento teria de sofrer uma complementação de 44,76% para alcançar o piso nacional.

No estado, a Secretaria de Educação criou um sistema de subsídio em dezembro de 2007. Segundo o governo, o sistema é uma modalidade de remuneração em parcela única, sobre a qual não incidem gratificações. A adesão é voluntária.
No Maranhão, os professores estão em "estado de greve", segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública. Houve uma paralisação de 78 dias que terminou no último dia 4, sem acordo. Os professores querem a adequação ao piso nacional, plano de carreira e repasses do Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb). Além disso, a categoria critica o governo por incorporar as gratificações ao salário-base.
No Amazonas, a possibilidade de greve não está descartada, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública. A entidade informou que o piso estadual foi atualizado em 2011, mas disse que os valores novos incorporaram gratificações irregularmente.
Em Goiás, o Sindicato dos Trabalhadores de Educação informou que há indicativo para que uma paralisação aconteça no segundo semestre, reivindicando o piso nacional.
No Piauí, o Sindicato dos Trabalhadores na Educação fez greve por 18 dias entre março e abril. Com a paralisação, houve a implantação do piso salarial nacional, segundo o sindicato. Os professores agora negociam o reajuste das gratificações. “O governo deu para todos os servidores, menos para os professores”, disse o diretor de assuntos educacionais do sindicato, João Correa da Silva.
(*colaboraram Alex Araújo, Fernanda Nogueira, Marcy Monteiro e Tatiane Queiroz)

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/06/professores-de-seis-estados-estao-em-greve-no-pais.html
Fonte: 

Ato de solidariedade de sindicatos e movimentos sociais: Jornal para a população sobre a nossa greve!

Click aqui para ler o jornal na integra

Nova propaganda difamatória do governo contra a greve da educação


Nova propaganda difamatória do governo contra a greve da educação

Leia na íntegra o “esclarecimento” veiculado pelo governo nos grandes meios de comunicação (como rádio e televisão). Quem quiser opinar sobre o mesmo, sinta-se livre para deixar um comentário nesse post.
Florianópolis (19/6/2011) – Em maio, os professores da rede estadual entraram em greve para que o novo piso nacional fosse cumprido em Santa Catarina. O Governo do Estado concordou com essa reivindicação. E foi além, estabelecendo um piso inicial ainda maior para a categoria. Com essa medida, o governo atendeu aos professores e cumpriu integralmente a nova lei. Mesmo assim, a greve prosseguiu.
Por semanas, o Governo negociou com transparência, diálogo e, acima de tudo, respeito aos professores. Porém, a cada pedido atendido, novas exigências eram feitas.
Infelizmente, o que o sindicato dos professores quer, agora, ultrapassa todos os limites financeiros do Estado. Ir além é uma irresponsabilidade que o governo não pode e não irá cometer.
Por isso, em nome do direito das crianças catarinenses, pedimos aos professores que compreendam os esforços já feitos e retornem às aulas, pois somente através desse gesto um novo diálogo será possível.
Informações adicionais:Claudia De ContoSecretaria de Estado de ComunicaçãoE-mail: claudia@secom.sc.gov.br
Telefone: (48) 3221-3112

sábado, 18 de junho de 2011

Matéria que saiu no site da sede informando do desconto em folha e mais um monte de mentiras...


Pagamento do piso e avanços na carreira não são aceitos e Sinte continua em estado de grevePDFImprimirE-mail
Por Rafael Wiethorn / SECOM   
Qui, 16 de Junho de 2011 19:07
Florianópolis (16/6/2011) - O pagamento do piso salarial e os ganhos de 7% a 44% para toda a categoria de professores não foram suficientes para que o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) retomassem as aulas. Em assembleias regionais nesta quinta-feira (16), os professores mantiveram o estado de greve, que completou 30 dias, e prejudica 300 mil alunos. 
Com a recusa da categoria a evoluir na negociação dentro do limite financeiro do Estado, o Governo de Santa Catarina começa a rodar a folha de pagamento aos professores da rede estadual de ensino nesta sexta-feira (17), com o desconto dos dias parados aos professores em greve. Conforme haja a retomada das aulas, o pagamento será efetuado aos professores.
A proposta do Governo apresentada ao sindicato eleva em R$ 22 milhões/mês o repasse aos professores e o menor salário pago será de R$ 1.483,00. O valor é resultado do pagamento do piso salarial incorporado aos prêmios Educar, Jubilar e de assiduidade. Os professores ainda vão ganhar benefícios adicionais, como os triênios.
De acordo com o governador Raimundo Colombo, o Governo do Estado abriu todo o canal de comunicação para que a greve fosse resolvida com o maior ganho possível aos professores e que ao mesmo tempo respeitasse o limite financeiro do Estado. "Consideramos a greve justa e realizamos inúmeras simulações na folha de pagamento e avançamos muito no ganho, mas não podemos prometer algo que não poderemos cumprir", contextualiza Colombo.

Informações adicionais:


Rafael Wiethorn 
Secretaria de Estado de Comunicação 
E-mail: rafael@secom.sc.gov.br 
Telefone: (48) 3221-3045

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ALESC aprova requerimento ao MEC com providências sobre os recursos do FUNDEB em SC


A deputada Luciane Carminatti (PT) apresentou, e foi aprovado pelo plenário da ALESC, requerimento ao Ministério da Educação solicitando providências em relação aos recursos do FUNDEB em Santa Catarina.


No requerimento, a deputada solicita fiscalização para apurar se os recursos do FUNDEB estão sendo utilizados para o pagamento dos inativos. A Lei estabelece que estes recursos sejam empregados apenas para o pagamento dos trabalhadores do magistério em atividade.


Solicita também providências legais – através de portaria ou instrução normativa - para reforçar as determinações previstas na lei; como também que os recursos do FUNDEB sejam administrados em conta específica, sem serem contabilizados no caixa único do tesouro do estado.

AGENDA DA GREVE   20 a 22 Junho 2011                   A UNIÃO ARRANCA O PISO!

Não recuemos da luta, pois a união faz a força. O governo quer nos desestabilizar com ameaças; mas nós sabemos o que queremos. Portanto, vislumbremos um horizonte feliz para toda a categoria. Só a luta muda a vida!    twitter: @sintesaojose 
                                                                                                        
20/06 Segunda-feira:
       1.PANFLETAGEM: 7:00 às 9:00
Grupos do Comando de Greve e Escolas da Regional de São José estarão em 04 locais de Florianópolis fazendo panfletagem: Fones de contato dos grupos: 99493329 - 91216025
  • TICEN;
  • Angeloni da Av. Rio Branco - Fpolis
  • Ponto Chic
  • Terminal Velho
    2. VISITA ÀS ESCOLAS : Comando de Greve *Precisamos de mais voluntários Fones contato: 99493329 - 91216025
  • 8:00 Vicente Silveira (Palhoça)
  • 9:00 Escolas de Águas Mornas
  • 10:00 Pedro Ivo (Palhoça)
  • 14:00 Maria da Veiga (Enseada de Brito)

3. CAMINHADA DAS LUZES:Promovida pelo Sinte Regional Fpolis 
CAMINHADA DAS LUZES: Concentração e saída às 18h do Colégio Padre Anchieta em direção à Casa do Governador na Agronômica – Fpolis /outras informações acesse: educacaoemgreve.wordpress.com ou        99022403
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21/06 Terça-feira:
09 horas:
AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
*Temos que lotar o plenário da ALESC
Importante:: Estamos tentando organizar a venda de almoço (risoto) a R$ 2,00 para facilitar a participação de quem for à Audiência, visto que a audiência pode demorar e os lanches estão muito caros. O dinheiro reverterá para o fundo do comando de greve custear despesas com a greve. Se quiser confirmação ligue: 99493329Fátima
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14 horas: REUNIÃO AMPLIADA do Comando de Greve S.José e representantes de escola.
Cada escola deverá mandar um representante para que tenhamos o mapa de adesão e para
 a deliberação de encaminhamentos importantes que vão assegurar o êxito de nossa GREVE HISTÓRICA.
*** LOCAL: Fundação Municipal de Esportes – Beira-mar de São José /ao lado da sede da Guarda Municipal, no fundo do DIMAS Automóveis. Há um ponto de ônibus quase em frente. Contatos: 99493329 91216025
22/06:Quarta-feira
Dia de visita às escolas pelo comando de Greve e outros
voluntários (se precisar, agende uma visita à sua Escola) 

CAMINHADA DAS LUZES

CONVITE

  Convidamos a todos a participar da CAMINHADA DAS LUZES, dia 20 de junho (segunda-feira), às 18:00, com saída em frente a Escola Padre Anchieta, bairro Agronômica,  indo em direção a Casa da Agronômica (residência oficial do Governador de Santa Catarina).
Essa é uma das formas encontradas por nossas comunidades escolares encontraram para apoiar a GREVE DO MAGISTERIO ESTADUAL DE SANTA CATARINA.
Estarão também participando as escolas; Padre Anchieta, Hilda Teodoro, Simão Hess e Leonor de Barros.

Contamos com sua presença e divulgação para esse ato de bravura!

PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO!